Cinco maneiras de se prevenir contra quedas

Amadurecer é um ato que requer cuidados especiais: um olho na prevenção e outro na assistência. Mesmo com saúde em dia e tendo tudo “sob controle”, sempre fica aquela dúvida sobre deixar alguém mais velho sozinho. A primeira preocupação é a queda.

Ainda que não seja intencional e nem sempre frequente, a queda é um problema sério que deve ser tratado com cautela e prioridade, pois impacta não apenas socialmente a vida de pessoas maduras, como também traz perda de confiança, baixa autoestima, isolamento social e depressão. Além disso, se a queda não for devidamente tratada, pode acabar deixando sequelas e diminuindo a qualidade de vida do indivíduo. Um grande número de pessoas acima de 75 anos vê essa fragilidade se intensificar com uma velocidade impressionante. Pequenas tarefas, fáceis de executar na juventude, passam a ser difíceis na terceira idade, mas após uma queda há o risco de se tornarem quase impossíveis. Falamos de coisas simples como: deitar/levantar, escovar os dentes, fazer a própria comida, carregar compras do supermercado ou subir e descer escadas. Há uma infinidade de consequências físicas e psicológicas para isso.

Mas não existe uma forma de evitar essas quedas?

Existe uma série de cuidados que auxilia na prevenção. Confira abaixo a nossa seleção de cinco dicas para evitar a queda dentro de casa, local de maior incidência:

1. Crie uma rotina de exercícios a ser seguida

Ainda que seja uma dica clichê, incentivar alguém com mais de 60 anos a manter com frequência exercícios físicos auxilia na “manutenção” do equilíbrio, coordenação, força e flexibilidade. O recomendado são exercícios de pouco impacto, como caminhar, nadar, fazer hidroginástica e, até mesmo a própria fisioterapia. O importante é manter-se ativo. Corpo são, mente sã.

 

2.Saiba os efeitos da medicação

Há inúmeros medicamentos que podem resultar no aumento das quedas. Tudo depende do medicamento, a pressão arterial e se há tonturas ou confusão na fala. Como não é raro na terceira idade tomar mais de um remédio, vale manter-se atento quanto aos efeitos colaterais de todos medicamentos juntos. Por isso, sempre marque consultas e discuta com o médico quais deles já são usados e se há restrições quanto a isso.

 

 

3. Adapte o local em que a pessoa vive

Pequenos ajustes dentro de casa podem fazer uma grande diferença quando se fala em tombos. Pense nas dificuldades por ambiente, por exemplo: na sala de estar, invista em poltronas firmes, altas e com braços para melhor ajuste do corpo ao sentar; em cozinhas, quartos e despensa, procure utilizar armários fixos e de fácil alcance, sem a necessidade de banquinhos; ainda no quarto, ajuste a cama em uma altura maior, invista em um colchão firme e em interruptores acessíveis à cama; banheiros são locais extremamente perigosos, por isso, procure usar tapetes emborrachados antiderrapantes, deixe o banheiro com uma boa iluminação, facilite com cores diferenciadas para a parede, piso, assento sanitário e pia, instale barras de apoio laterais e aumente a altura do assento sanitário; por fim, as escadas são locais em que deve haver uma atenção redobrada: deixe livre de objetos, utilize corrimão nas laterais, fita antiderrapante instalada nos degraus, interruptores de luz na parte superior e inferior da escada;

 

4. Desenvolva pequenos hábitos

Pequenos hábitos podem aumentar a qualidade de vida na terceira idade, a começar pelas consultas regulares em oftalmologista, dieta saudável rica em cálcio para fortalecer os ossos, vitamina D para aumentar o bem-estar; rotular os medicamentos e criar alarmes para tomá-los na hora certa (conheça um produto IrisSenior que pode auxiliar nesta tarefa), além de seguir uma rotina com horário para dormir, acordar, ler, entre outros pequenos prazeres que estejam de acordo com quem está envelhecendo.

 

5. Serviços de teleassistência

Investir em serviços de teleassistência o mantém livre de preocupações e deixa o usuário mais tranquilo ao saber que, em caso de emergência, terá ajuda imediata apenas por estar usando uma pulseira ou pingente sensor de queda conectado a uma central de emergência. Quando se percebe que o uso de um sistema voltado para emergência pessoal aumenta a sua privacidade e autonomia ao invés de tirá-la, o usuário será o primeiro a defender o uso do sistema para o resto da vida.

Agora que você já viu pequenos hábitos que melhoram a vida de quem está envelhecendo, invista nas mudanças para que a fase de transição seja mais tranquila e a possibilidade de traumas, se tornem menores a cada dia.

Você tem alguma dica que gostaria de compartilhar? Conte para a gente, vamos adorar divulgar mais dicas a partir da perspectiva do leitor!